Cuidado jogadores Overpowers! Encham muito o saco dos mestres e você verão a furia de O MAFAGAFO!

No ultimo post comentei sobre meus jogadores não saberem o que fazer. É fato que cabe o mestre gerar os desafios, os combates, mas… Cabe ao jogador também participar. Não estamos jogando um RPG eletrônico, com personagens estáticos a mercê da história. O mestre(pelo menos eu) quer que o jogador desafie a historia que alias, não é só do mestre, é dos jogadores também. Tem de ser.

Aquilo que é inesquecível não é só aquele puta dano(Direitos reservados a Jonathas Santiago) que você deu naquele jogador… Quando você quase morre e consegue contornar a situação, quando você passa um verdadeiro sufoco e pensa que iria morrer mais se salva… os momentos de suspense aonde você realmente sente aquele calafrio são os melhores… Fazer combos e bater e bater é fácil. Mas isso é jogar rpg? É SIM, mas a questão é que o RPG não é só isso. Mas mostrar ao jogadores que não é só isso fica a cabo do mestre. A culpa é sempre dele não é mesmo?

O mestre deve desafiar os jogadores. Ele não pode só colocar monstros e monstros e monstros… um verdadeiro diablo disfarçado (acredito que muito jogadores não reclamam , fazer o que…). Ele deve obrigar que os jogadores participem, conversem. Ele deve dar pra eles uma missão, raptar alguém, encontrar alguém, impor desafios cotidianos para que eles se abtuem ao fato de que ali não é só um local pra bater em tudo que se move (apesar que as vezes a parada nem se move mas ok…).

Mesmo que eles não façam nada. Que travem e fiquem sem saber o que fazer. Ou que façam qualquer coisa inconseguente, cada ato é um passo para eles começarem a se abtuar com o fato que eles podem mudar o mundo em que eles estão. Pra alegria do mestre e pra alegria dos jogadores também. Logico que o mestre não vai conseguir impor desafios o tempo todo. Principalmente mestres inesperientes que não possuem muita capacidade de improviso se enrolariam. Comigo acredito que fico em um meio termo… como 70% do que eu mestro eu pensei naquele instante baseado nos outros 30% que me serviu pra compor a história de campanha posso dizer que quanto a improviso me encontro bem. Não que eu faça as coisas sem meditar bem sobre elas. A historia esta pronta. Eu tenho até um possível roteiro… Mas vamos lá… pensem. Se eu estou falando que não quero jogadores “presos” a uma história, se quero fazer a história com meus jogadores, de que adianta ter um roteiro que tem de ser 100% seguido a risco. Qual a graça disso?

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