Muita gente pode não ter percebido, mas apesar de todo hype em cima da quarta edição, apesar de ter comprado os livros, eu ainda não tinha falado quase nada aqui no blog sobre o que acho da mesma.  Não gosto muito de discutir sobre um assunto que não domino completamente. Quando digo isso, falo que não joguei suficiente para tal, não li direito os suplementos lançados, nada.

Não acho justo uma resenha com impressões. É claro que é possível descrever a proposta de designer do jogo ao ler, mas nada é melhor que jogar, jogar e jogar o rpg para ter certeza. Por isso mesmo não considerei a briga de quem considera D&D4E video game. Não considerei quem falou que D&D4E era o cumulo da perfeição, que era melhor que Pathfinder, que era a ultima cereja do bolo…

Joguei até hoje uma sessão apenas de D&D4e com meus jogadores, experiência que foi escrita pelo Max e sabiamente traduzida pelo sapo no blog do meu grupo de RPG, os Dados Sujos (procurem por D&D4e no google, olha só que surpresa interessante). A sensação dos meus jogadores foi bem similar a minha, uma facilidade maior para se escolher habilidades e lutas mais difíceis, conseguentemente emocionantes.  Mas ainda acho D&D4e muito “engessado” em certos aspectos.

Mas superando qualquer espectativa, indo além do que eu imaginava, existe algo que está me convertendo para o lado “quarta edição” da força. Não sei se teria relação com meus constantes posts sobre a D&D4e no Ambrosia ou toda esse iniciativa que está sendo levantada em favor dessa nova edição ou meu conhecimento sobre o jogo que aumenta naturalmente e essa nova ideia começa a entrar na minha cabeça com mais facilidade.

Não vou dizer para vocês que gosto da nova edição. O que estou dizendo é que acho que consigo joga-la. Talvez me divertir e com o tempo até mesmo modificar certos detalhes para que a 4ª edição tenha uma cara mais “Phil Souza” como é natural em qualquer grupo. Mas lembrando, isso não é o começo de uma campanha épica. Talvez (talvez…) uma ousada viagem a taverna desconhecida do outro lado do rio. Aquela cheia de gente estranha com histórias de um lugar novo e misterioso o suficiente para nos inspirar a se aventurar. E lá vamos nós de novo…

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