D&D3.5E


Em D&D 3.5 eu tinha uma imensa dificuldade para resolver o seguinte problema. Nos primeiros níveis calcular a dificuldade de uma perícia era notavelmente simples, 5 para coisas fáceis, 10 para medianas e 15 para difíceis. O problema todo era quando aquilo saia dessa escala. Dentro desses 3 níveis de dificuldade conseguimos com facilidade imaginar o que seria, por que esta dentro do nosso dia a dia, mesmo que eu adicione mais níveis entre esses três, não haveria problema. Níveis de nome “heróico”, “quase-impossíveis”,  são difíceis de imaginar principalmente se tratando de alguma perícia que você nem conhece na realidade.

Em níveis altos um jogador consegue efetuar sem esforço tarefas difíceis pois o foco de D&D são as façanhas épicas realizadas por seus heróis. O que era difícil para um personagem de nível 1 para um personagem de nível 15 pode ser extremamente ridículo e assim fica complexo para um mestre criar desafios no nível dos jogadores sem um parâmetro mais “palpável” que heroico, épico, megafodônico… Se ele não sabe o que é realmente um teste “difícil” para seu jogador fica complicado – senão fadado ao desastre – alguma idéia que tenha como chave um teste de perícia criar alguma difícildade.

Pois bem, lendo o livro do mestre de D&D4E (que comprei com meu grupo) descobri uma solução ridiculamente simples, ao menos para D&D 3.x.  A obsessão da nova edição de criar desafios de igual para igual aos jogadores permitiu um calculo simples para se obter o que é efetivamente difícil para seus jogadores.

Você consegue imaginar o valor de teste de arte da fuga de dificuldade ultra-mega-master-perfect-difícil?

A idéia é bem boba e muita gente já deve usa-la em suas campanhas. Você simplesmente pega o valor que o personagem joga para testar sua perícia normalmente e adiciona a esse valor a quantidade sugerida entre os 3 níveis de dificuldade (fácil, médio e difícil) e pronto! Você tem a dificuldade ajustada a capacidade do jogador! Vale lembrar que isso é um calculo específico para um jogador em uma situação específica, com um grupo essa dica pode não funcionar devido a diferença grande de níveis de graduações (valeu pela lembrança Balard).

Não entendeu? Vamos lá. Grunk é um guerreiro que somando seu bônus de Força, graduações e sinergias possui o valor 10 na perícia Natação. Se o mestre realmente deseja criar um desafio difícil para esse guerreiro ele pega o valor da perícia desse jogador (10) e nele adiciona o valor da dificuldade desejada (nesse caso 15 para difícil) totalizando 10+15=25. Para Grunk 25 é um teste difícil em natação já que ele precisa conseguir 15 ou mais em 1D20 para conseguir passar no teste.

O que D&D4E faz é simplesmente orientar o desafio de acordo com as capacidades dos jogadores, coisa que agora eles podem fazer melhor com suas classes bem mais equilibradas (pelo menos até os número de livros aumentar).

Perceba também que aqui não relatamos o porquê esse teste de natação ser difícil. Fica a cargo do mestre imaginar a origem dessa dificuldade, mas o realmente interessante  aqui é saber que para Grunk o teste vai ser com certeza difícil.

Variações desse calculo podem ser usadas. Quando penso na dificuldade acho interessante remover o bônus dado pelo modificador de atributo. Sendo assim se Grunk tem um modificador +2 em Força eu retiro esse modificador do calculo tornando a dificuldade igual a 10+15-2=23. Mas por que retirar o modificador? Por que o modificador de atributo é um fator que varia de criatura para criatura demonstrando suas capacidades individuais. É interessante não incluí-los para não desvalorizar o modificador, mais que isso, valoriza-lo ainda mais.

Como perceberam, não ensinei nada demais. Só estou mostrando aqui uma forma bem simples de dificultar as coisas para seus jogadores dentro de uma forma rápida de calculo. Coisas que você pode usar 3D&T, GURPS, Fudge e grande maioria de outros sistemas. Sempre é bom lembrar que tornar as coisas mais difíceis para o jogador não significa tornar a coisa mais chata. Os jogadores não precisam estar se dando bem sempre para que se divirtam.

A internet é uma ferramenta maravilhosa para fãs de um determinado jogo de rpg, mas muitos as vezes esquecem de procurar nos locais mais óbvios. O site da Wizard of the Coast mesmo, recheado de sessões interessantes com mapas e classes totalmente gratuitas para os fãs de D&D (ok, talvez nessa nova edição você tenha que pagar, alguém me ajuda nessa pergunta?). Buscando no site uma informação recentemente encontrei a sessão Previous Edition Downloads com download gratuito (free, grátis, na faixa, de boa, de bobeira, na mamata, dado… Enfim… Você entendeu) de material das antigas edições de D&D. Aventuras, mapas,  dungeons e regras alternativas para a primeiro e segunda edição (AD&D).

Um mapa (dentre vários) de um navio espacial de SpellJammer. O careca do RPG no Paço sabe muito bem do que estou falando.

Não vejo problema algum em fazer download desse material e reaproveita-lo para usar em uma aventura minha, seja ela D&D 3.5, Pathfinder RPG, D&D 4e, 3D&T e todo ou qualquer sistema que suporte aventuras medievais. É tudo uma questão de adaptação e mesmo eu que sou chato quanto a usar material pronto posso assumir que uso desde que eu modifique ao meu gosto para ficar mais minha cara.

Mas como posso adaptar se as regras são diferentes? Hora pequeno padawan, com certeza se você joga e conhece seu sistema, adaptar estatisticas não vai ser seu problema (rimou!). Até mesmo por que, pelo menos quanto a atributos, se falamos de versões antigas de D&D para outra mais nova fica tudo em casa. O resto é só uma questão de bom senso e experimentação.

Nada melhor em um dia em que bate aquela falta de criatividade você pegar emprestado algo pronto e criar sua história. Até por que inevitavelmente todo que você criou direta ou indiretamente em uma historia tem influencia em algo que uma outra pessoa criou. Talvez não para o rpg, mas criou.

Então não deixem de conferir o material. Ninguém sabe quando vai acordar sem a menor criatividade…

Maqueporraéessa?

Na momento atual da minha campanha estou inserindo meus jogadores no mundo da pirataria (o primeiro que gritar “Windows XP com SP4 deiz real” toma uma porrada!). Li alguma coisa sobre piratas e encontrei verdades e mentiras sobre esses homens do mar que eu nem imaginava (bom, algumas eu já sabia sim…). Meu objetivo era dar um pouco de realidade ao encontro e não tornar a coisa um encontro clichê.

 

Alma Negra, o pirata dos piratas…

Pensando em o que seriam piratas em D&D comecei a meditar um pouco sobre como muita gente fica presa demais a livros e suplementos e deixa uma das qualidades principais de um mestre de lado que é a criatividade.

Na hora de criar ou adaptar muitos mestres se enrolam e levam tudo tão ao pé da letra que chegam a ser irritantes. Lendo as histórias originais Conan – O Cimério, ha momentos em que ele se encontra agindo como um ladrão. Ele entra em um palácio ou museu na calada da noite em busca de alguma coisa preciosa e acaba se envolvendo em um problema bem maior.

Isso significa que Conan obrigatóriamente tem de ter níveis de ladino?

Agora um pirata. Se eu sou um mago, sou capturado por um navio pirata,  ainda na prisão eu manipulo os tripulantes e sou bem sucedido em o motim me tornando o novo capitão do navio.

Não teria esse mago se tornado um pirata?

Nem tudo precisa ter uma mecânica, pode ser chato ou simplesmente desnecessário. Deixar que certas coisas possam ser conquistadas de outra forma senão através de pontos de experiência induz os jogadores a criarem mais histórias sozinhos, que sejam mais autosuficientes e saiam da barra da calça (ou saia) do mestre.

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Isso, isso, isso… Será que vão descobrir o por que do título?

Não é necessário mergulhar em suplementos e mais suplementos para se usar piratas. O livro do jogador já basta. Meus piratas são em sua maioria guerreiros ou ladinos somente. E nada me impede de colocar druidas, rangers, monges…

Ninguém precisa seguir a descrição da classe 100%. Um personagem com 5 níveis de ladino pode ser um guerreiro que se usa de agilidade e de oportunismo contra seus adversário. Reparem, o “guerreiro” que comento aqui não é a classe, mas o conceito.

Que tal então um pirata que parece um ladino, mas bate como guerreiro? Principalmente quando aquele pirata que todo jogador cisma em achar que ladino te acerta com um belo ataque poderoso…

Eu sinceramente prefiro trabalhar com as classes básicas ao invés de encher meus NPCs de classes prestígio até por que grande maioria é muito específica (fora que sou um preguiçoso do caramba). Normalmente as classes prestígio seguem um conceito fechado e nem sempre cai no meu gosto pessoal. Diferente do que possam imaginar eu não gosto de tratar tudo que eu faço como uma equação matemática dividindo niveis, somando talentos e buscando o combo perfeito para a coisa…

Tome cuidado que nem sempre as coisas são o que parecem ser, use bom senso e jamais, em hipotese alguma, compre suco de vendedores de rua. Principalmente de tamarindo. Mais ainda se choveu no dia anterior…

Enquanto eu respondia comentários de uma matéria sobre D&D 4E no Bym Adventures passei no Amazon para ver a quantas anda minha receita de bolo, percebo que ha novas coisas sendo vendidas sobre D&D 4E:

Martial Power: A 4th Edition D&D Supplement (D&D Rules Expansion)

Sem Capa Ainda.

Descrição do Amazon:

New options for fighters, rangers, rogues, and warlords.

This tome focuses on the martial heroes: characters who rely on their combat talents and keen wits for survival.

This book provides new archetypal builds for the fighter, ranger, rogue, and warlord classes, including new character powers, feats, paragon paths, and epic destinies.

Martial Power is the first of a line of player-friendly supplements offering hundreds of new options for D&D characters.

Tava demorando ¬¬

Adventurer’s Vault: A Guide to Weapons, Equipment, and Treasure for Your Character (D&D Supplement)

Sem Capa Ainda.

Descrição do Amazon:

Hundreds of new weapons, tools, and magic items for your D&D character.

This supplement for the Dungeons & Dragons game presents hundreds of magic items, weapons, tools, and other useful items for your D&D character. Whether you’re a player looking for a new piece of equipment or a Dungeon Master stocking a dragon’s hoard, this book has exactly what you need.

The book features a mix of classic items updated to the 4th Edition rules and brand-new items never before seen in D&D.

Um guia de armas e equipamentos? Para mim nunca interessou muito, mas vamos ver o que a Wizard tem para nos surpreender…

Manual of the Planes: A 4th Edition D&D Supplement (D&D Rules Expansion)

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Descrição do Amazon:

If you seek to stem this tide of chaos at its source, follow my lead–I set out for the dreaded Abyss on the morrow.
–Lord Amgar the Bold, Paladin of Bahamut

The planes have always been a place of great mystery and danger in the Dungeons & Dragons Roleplaying Game, and the new array of planes debuting in 4th Edition continue that grand tradition. Home to gods and devils, demons and genies, fey and titans, these strange dimensions offer unlimited adventure opportunities for Dungeon Masters and their players.

This useful travel guide also comes in handy for players seeking to battle demons, devils, elementals, and other iconic D&D monsters native to the planes.

Meu manual dos planos é até legal, mas eu sinceramente não sei se compraria novamente…

Draconomicon I: Chromatic Dragons (D&D Rules Expansion)

Sem Capa Ainda.

Descrição do Amazon:

All about the most popular monsters of D&D–the dragons!

Draconomicon I: Chromatic Dragons describes several varieties of dragons, including red, blue, green, black, and white dragons, as well as three completely new chromatic dragons.

This sourcebook gives details of each dragon’s powers, tactics, myths, lairs, servitors, and more. In addition, this book provides new information about draconic nations (such as Arkhosia) and organizations, and how chromatic dragons fit into the D&D game. Wide-ranging story and campaign elements in the book give DMs ready-to-play material that is easily incorporated into a gane, including adventure hooks, quests, and pregenerated treasure hoards.

About the Author
BRUCE R. CORDELL is an Origins award-winning game designer for Wizards of the Coast, Inc., and co-wrote the new Forgotten Realms Campaign Guide. His long list of professional credits include the Expanded Psionics Handbook and Libris Mortis supplements.

ARI MARMELL has been shirking homework in favor of playing D&D since he was nine years old. Now a freelance writer, Ari has contributed to many D&D books, including Forge of War, Complete Mage, Tome of Magic, and Fortress of the Yuan-Ti.

ROBERT J. SCHWALB works as a freelance designer for Wizards of the Coast; his recent credits include Elder Evils, FiendishCodex II, and Exemplars of Evil, as well as numerous articles for D&D Insider. Robert lives in Tennessee with his incredibly patient wife Stacee and his pride of fiendish werecats, but is happiest when chained to his desk, toiling for his dark masters in Seattle.

Obvio, fez bastante sucesso na versão 3.5, agora querem repetir. Alias, eu achei que o Dragon do Dungeon and Dragon nessa edição foi ofuscado por suas mudanças mecânicas. Na outra edição se preocuparam muito em comentar sobre os dragões, nessa edição não lembro disso não. Vamos ver se esse se redime…

 

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Será que foi realmente mancada da Wizard?

Nessas horas fico me perguntando se continuo com a encomenda dos novos livros, eu já estava me achando uma criatura exclusiva por ter os livros cedo… Incrível como essas coisas acontecem, como algo tão importante vaza alguns dias antes… Sinceramente fico me questionando se isso realmente vaza ou é uma espécie de viral?

Pode dar até pra trás, mas pensem bem, se tinha gente desconfiada, com o PDF será que eles não fazem mais pessoas gostarem da nova edição? Isso poderia acalmar os mais preocupados…

O engraçado disso é que se eu estiver certo até nossos amigos da Wizard of the Coast reconhecem o poder de divulgação que um PDF possibilita. Loucura? Hora, o PDF é deles, eles dão para quem quiser… :D

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Ingredientes:

Modo de Preparo:

Junte no MSN a Blogueira/Escritora mais quem é o Mestre entre os 8 jogadores malucos (atenção, todos os jogadores devem ser malucos) e deixe ela falar sobre o presente que ela quer dar ao seu “Boy”.

Quando a mente do mestre estiver no ponto, faça ele ligar, mandar mensagens, sinais de fumaça, gritar, mandar emails e tudo mais para falar com seus jogadores. Faça então o calculo para mostrar as vantagens da empreitada:

Livro na Pré-Venda: 62,97 Dolares
Taxa de Transporte mais rápido:
36,98 Dolares
Total: 99,95 Dolares

Converta o valor para Reais:

99,95 Dolares = (mais ou menos) 166 Reais

Divida 166 por 8 pessoas que dá 20,75 reais pra cada! Mostre que só o Livro do Jogador da versão 3.5 traduzido está 81 reais, você vai comprar os três livros básicos…
Escute os jogadores reclamarem que será melhor a taxa de transporte mais demorada (mesmo que a diferença seja de 5 reais!). Fale com seu sócio e divida seus custos só entre você e ele. Agora deixe no forno até 6 de Junho, dia do lançamento e mais 2 a 7 dias para a chegada.

Retire do forno e ai fudeu na hora de dividir :D

A Sati está respondendo ao meme das fichas de RPG, no interesse de ajudar e animar ela criei esses curiosos monstrinhos que são os Alunos da Sati (com a devida edição dela) .

Só falta o Alberto (que na ultima ou penultima sessão o escroto tirou mais 3 criticos o.O)

Alunos da Sati ( Filhote de bicho homem )

Humanoide (Pequeno)

Dados de Vida: Ver Descrição

Iniciatica: +5

Deslocamento: 9 m (6 quadros)

Classe de Armadura: 13 (+1 de Tamanho, +2 de Destreza), Toque 12, Surpresa 11

Ataque Base/Agarra: Corpo a Corpo: Pancada + 2 (Dano 1d3) ;

Ou à distância: (qualquer coisa pequena) + 2 (Dano 1d3)

Ataque Total: Corpo a Corpo: Pancada + 2 (Dano 1d3) ;

Ou à distância: (qualquer coisa pequena) + 2 (Dano 1d3)

Espaço/Alcance: 1,5 m / 1,5 m

Ataques Especiais: Choradeira, Golpe de anime

Qualidades Especiais: Hiperatividade, Nome Extraordinário, Redução de Dano: 20/-

Testes de Resistência: Fort +1 Ref +4 Von +1

Habilidades: For 9 Des 14 Con 9 Sab 9 Int 9 Car 18 (pra maioria dos pais)

Perícias: Esconder-se +8, Blefar +8, Saltar +6

Talentos: Iniciativa Aprimorada, Acuiade com armas

Ambiente: Escolas

Organização: Bandos (20-40)

Nível de Desafio: Hiper Variável

Tesouro: Nenhum

Tendência: A mesma dos pais

Progressão:

Ajuste de Nível:

Essas criaturas são pequenas, impacientes, choronas, querem tudo ao mesmo tempo. Parecem seres humanos. Parecem…

Os Alunos da Sati são criaturas que a principio parecem muito dóceis, tornando-se problemáticas e difícies de lidar tão logo se passem mais de 5 minutos com eles.

Combate

Suas táticas são extremamente variadas e aleatórias. Até se agem em bando ou não, fica difícil de ser previsto, ficando a escolha do mestre a melhor (ou pior) forma.

Choradeira(Ext): Em um ataque de choradeira desnecessária o alvo fica com um equivalente a magia santuário sobre seu corpo, ninguém em volta consegue atacar diretamente o alvo.

Golpe de Anime(Ext): Quase que exclusivo para os machos da espécie o Aluno da Sati escolhe um golpe de desenho animado do momento(a escolha do mestre) e se achando O CARA ele ataca o alvo mais proxímo. Em caso de multiplos alvos na maioria das vezes a escolha é aleatória. O dado é de 1d3+1d8 (por empolgação) .

Nome Extraordinário(Sob): Todo ou quase todo Aluno da Sati possui um nome absurdamente “Criativo”. Ao pronuncia-lo o alvo fica pasmo por 1d4 rodadas se falhar em um Teste de Reflexos com o bonus baseado em Inteligência. Para criar um Nome Extraordinário é fácil, adicione algum “H” aonde não se deve ter, Troque “F” por “PH”, troque “I” por “Y”, “V” ou “U” por “W”, duplique o “L” e o “N” e de preferencia use nomes compostos. Exemplo: Nome comum: Felipe; Nome Extraordinário: Phellype.

Essa habilidade só funciona uma vez, a menos que o nome seja muito escroto.

Hiperatividade(Ext): Dobre as capacidades de resistencia humana normais. Todo Aluno da Sati corre por 4x mais tempo que um humano normal.

Pontos de Vida(Sob): Todo Aluno da Sati tem pontos de vida ramdomicos, variando de 9999999 a 1 ponto de vida dependendo da situação. Podem cair e perderem todos seus pontos vida de uma vez só ou serem basicamente esmagados por qualquer coisa (hora do lanche) e não sentirem nada.

Aluno da Sati (Granfino)

Uma pequena variação da raça, aonde essa tem Tesouro (variável composto de roupas caras e dispositivos tecnológicos portateis do momento), mas perdem a habilidade Nome de Extraordinário.

Alias, a Allana do Brainstorm deve enfrentar criaturas parecidas. Mas Allana é má…

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