Dr. Orima, grande criador do caos, extremo mestre do universo, e jogador assíduo de Disgaea está de volta, depois de muito tempo ausente. Tenho uma justificativa (ou seria desculpa?) para meu sumiço. Nos ultimos meses, estive ocupado vasculhando alguns mundos de fantasia para realizar um pequeno estudo sobre alguns fatos, criaturas e outras idiotices que permeiam os cenários de RPGs medievais. Começarei apresentando minhas pesquisas sobre uma raça fascinante e conhecida por todos. Os dragões.

Imponentes, arrogantes… Porque as pessoas gostam deles?

Dragões são grandes e maus. Dragões possuem muitos, mas muitos pontos de vida. O suficiente para dar muito trabalho. E possuem uma baforada estúpida que pode fazer com que você perca os seus. Mas dragões também possuem pontos fracos. Eu ainda não descobri quais são eles, mas tenho certeza de que eles existem.

Descrição

Imagine uma lagartixa. Multiplique o tamahho dela por 1000, adicione algumas doses de radiação e pronto. Você tem o godzilla. Epa, algo errado nas minhas anotações. Mas não estamos tão longe assim da verdade. Para conseguir um dragão, basta alterar as paletas de cores, emagrecer o bicho um pouco, e adicionar um belo par de asas de morcego.

Habitat

Varia de mundo para mundo. Mas no geral, dragões possuem o péssimo hábito de se aninharem sobre um monte de tesouros escondidos em uma dungeon criada para aventureiros iniciantes. Pode parecer estranho que uma criatura tão inteligente viva em um local tão deprimente, pouco propício para socialização e alimentação, mas minhas pesquisas levam a crer que eles contratam velhos loucos para recrutar aventureiros que irão explorar as tais dungeons, gerando uma nova fonte de comida e tesouros.

Personalidade

Dragões são seres simpáticos e sociáveis. Sempre estão preocupados com todos a sua volta, e tentam praticar boas ações todos os dias. Sempre estão rezando, e procurando o bem de todas as pessoas. Ops, espere um pouco. Essa é a descrição de personalidade das freiras. Dragões são uns malas sem alça malvados mesmo. Fique longe.

Reprodução

Dragões são seres extremamente territoriais. Isso acaba fazendo com que eles adquiram algumas características anti-sociais. Por isso não há xaveco entre dragões, nem baladas ou coisas do gênero. O nascimento de novos dragões é algo que acontece muito raramente, quando ocorre alguma coincidência astral ou coisa do gênero. Qualquer informação que contradiza esta informação é pura especulação. Tanto é que nos dias de hoje, a raça já está extinta.

Conclusões

Evite dragões. Fique com os goblins e kobolds, o custo/beneficio é maior.

Dr. Orima, correspondente do Dados Limpos em mundos medievais genéricos

“Eu tenho uma pergunta!!! 

Como eu faço para criar uma bomba nuclear em Forgotten da 4º edição? Seria um ritual muito complicado? E depois de criada, como faço para detona-la???

CrazyChicken

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Todos nós amamos saber que o download de Forgotten Realms 4E vazou. Agora olha só o que eles fizeram…

Olá a todos. Aqui estou mais uma vez. Dr. Orima. Diretor honorário das empresas ACME. Quinto cavaleiro do apocalipse. Cientista maluco, não mais de plantão. E blogueiro não profissional. Porque blogueiros profissionais são lendas neste país.

Estou aqui de volta mais uma vez, após um pequeno período de inatividade. Estive trabalhando em outros experimentos envolvendo as olimpiadas. Como por exemplo, uma tela azul durante a abertura, o impacto do roubo de uma vara no desempenho de uma atleta, e a transformação de um peixe em atleta americano. Nada que realmente interesse aos usuários deste fórum.

Bem, o usuário CrazyChicken me fez uma pergunta bastante inusitada (E que me faz entender o porque do crazy no nick dele). Como fazer uma bomba nuclear em Forgotten Realms, mais especificamente na quarta edição? O procedimento que vou ensinar a seguir, não serve apenas para Forgotten Realms, mas para qualquer mundo medieval. No entanto, devo avisa-los com antecedência: Crianças, não tentem isso em casa.

Primeiramente, este não é um ritual e muito menos uma magia. Alguns chamar o procedimento de “Macumba”. Logo, membros de qualquer classe ou raça podem realiza-lo. Os ingredientes são os seguintes:

–  666 fios de cabelos de mago. De longe, o ingrediente mais fácil de encontrar dessa lista. Se você for um mago, já estará na mão. Caso contrário é só surrar algum idiota de primeiro nível. Devo ressaltar que o número de fios de cabelo é importantíssimo e se não for respeitado, pode causar consequências terríveis.

– Um quilo de cérebro de barbaro.  É fato conhecido que você terá que matar muitos bárbaros para conseguir um quilo de cérebro, então este item pode ser um pouco dificil de ser cumprido.

– Um conjunto de escamas de Dragão. Pelo menos seis. Todas devem ser de cores diferentes. Quanto mais, melhor. Mas devo dizer que eu, Dr. Orima, sou contra a matança indiscriminada de seres tão indefesos.

– Uma dúzia de olhos centrais de observadores. Os olhos devem ser arrancados de preferência enquanto os bichos ainda estão vivos.

Algumas pessoas podem dizer: Isso não funciona no meu mundo! Meu mundo medieval não possui magos, bárbaros, dragões, e muito menos observadores! E eu respondo para essas pessoas: Vá jogar em algum mundo medieval de verdade e depois conversamos.

Pois bem, depois de juntar todos esses itens, coloque-os em uma sacola grande o suficiente para acomodar tudo. Em seguida, você deverá se dirigir à uma encruzilhada e dizer três vezes, em voz alta: “Bulngahuh”. Dessa forma, o demônio Bulngahuh, grande líder da dimensão das bombas nucleares irá notar seu esforço, e atender suas preces. Uma luz irá aparecer no céu, e uma bomba nuclear será lançada sobre sua cabeça. Você nem precisará se preocupar em detona-la, pois ela será detonada automaticamente.

Para finalizar, devo avisar que você vai ter todo esse trabalho, e no fim, não vai ganhar um único ponto de XP. E mesmo que ganhasse, provavelmente você não vai ficar vivo para aproveitar…

Dr. Orima – Responsável pela primeira guerra nuclear de Forgotten Realms.

Tem alguma dúvida, pergunta, ameaça ou sugestão para o Dr.? Pergunte para o Dr. orima no portal D&DBrasil.

 

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“Após seguir fielmente os passos do Dr. Orima para arrumar uma presença feminina ao grupo, acabamos por descobrir que o mestre é facilmente manipulado pelo “excesso” de progesterona na mesa, o que tem influenciado para que em nossa campanha apareçam NPCs “com tendências ocultas”. Afinal, o que foi aquele gnomo vestido de rosa saltitante e feliz que dizia “Oi Miguxuuu” e bajulava a “mocinha do grupo”? Estamos desesperados pois agora tirar um 20/20 já não é regra válida pra poder matar essa maldita! O que devemos fazer pra acabar com isso? Por favor nos ajude, não aguentamos mais isso!!

sliipzinn”

Olá a todos. Após a pausa de três semanas na qual todos sentiram minha falta, estou de volta. Para aqueles que não sabem, sou Dr. Orima, quinto cavaleiro do apocalipse, e o único mestre de GURPS d20 conhecido na atualidade (Porque ninguém conseguiu decifrar aquelas tabelas de familiares ainda). Não vou dizer o porque estive ausente, até porque não é nada de real interesse público.

O jogador que me mandou a dúvida acima parece enfrentar um grande dilema. Depois de usufruir de meu conhecimento apresentado em um post anterior, o cidadão agora enfrenta um desafio que alguns jogadores acabam tendo que confrontar: Um mestre que decidiu jogar tudo para o alto e se revelar como uma flor.

Antes de começar a buscar soluções, quero deixar bem claro que jogar a culpa da súbita mudança que seu mestre sofreu na pobre jogadora recém adquirida é pura idiotice. Seu mestre já devia estar esperando por uma oportunidade de se mostrar como realmente é há muito tempo. Ele apenas não havia encontrado uma boa oportunidade para fazer isso.

Agora que já esclarecemos esse ponto crucial, vamos analizar os fatos: Não tenho nada contra esse tipo de mestre, mas concordo que essa situação deixa os jogadores em uma saia justa. Como dizer ao mestre que nem todos os NPCs precisam virar purpurina quando morrem? Como evitar ser paquerado pelo velho louco da taverna? E mais importante, como evitar virar a mesa e arremessar o livro do jogador na testa do mestre sorridente?

Seguem abaixo algumas alternativas para tentar voltar a normalidade:

1-) Não recomendo o uso de violencia. Não ia servir para muita coisa (sim, vocês teriam um certo alívio em relação ao estresse, mas esse alívio seria apenas momentaneo), e no final vocês teriam que encontrar outro mestre.

2-) Uma boa conversa talvez se mostre acertada. Com um pouco de esforço, talvez você consiga fazer com que seu mestre entenda que os jogadores não estão satisfeitos com o excesso de rosa choque demonstrado na campanha.

3-) Trocar de mestre também pode ser uma boa solução. Mas se você vai fazer isso, então vá logo para a opção 1 e divirta-se.

4-) A solução final seria dar para ele o excelente “Mulheres Machonas Armadas Até os Dentes”, um RPG clássico que atualmente possui uma versão d20, no qual os jogadores encarnam mulheres com um alto nível de testosterona. Sim, eu sei que isso não vai resolver de forma alguma seu problema… Mas parafraseando o antigo ditado, se não pode vence-los… Junte-se a eles!

Dr. Orima, que felizmente nunca jogou com um mestre que saiu do armário…

Você anda tão atormentado com dúvidas que surgem em sua mesa de jogo que não consegue fazer mais nada? Podemos ter a solução para seu problema! Mande um email para felipedesmelo@gmail.com com sua pergunta. E talvez você será atendido…

“Dr. Orima, estou com uma dúvida cruel, e acabarei cometendo um crime se você não me responder! É o seguinte: O que posso fazer quando um jogador, que possui um personagem Fada/Ladino acaba acertando o feiticeiro do grupo, deixando-o inconsciente? O pior de tudo é que no momento seguinte ele pediu para passar de nível! Por favor, me responda!

M. T. M. – Um mestre irritado com fadas”

Olá a todos. Sou o Dr. Orima, e a essa altura, você já deveria saber quem eu sou. Se não sabe, deixe a preguiça de lado e vá procurar um pouco, pois ainda não está difícil de achar meus outros textos. E você pode aproveitar também e ler como bônus uma ou outra coisa que o Phil escreveu, afinal ele é, por enquanto, o dono deste blog (Até que eu consiga convence-lo a mudar o título do blog para “Dr. Orima”).

Mas vamos deixar as apresentações de lado e ir direto para a resposta que tenho que dar. Novamente, tenho que ser curto e direto por motivos de cobranças editoriais. Se o personagem Fada/Ladino conseguiu derrubar o feiticeiro, palmas para ele! A culpa é do feiticeiro por ter tão poucos pontos de vida.

O que me deixa em dúvida é a segunda parte de sua questão. Pois não tenho certeza se o feiticeiro é capaz de oferecer um desafio justo (Resumindo: Desafio que seja capaz de gastar 20% dos recursos do grupo, ou no caso que estamos examinando, do personagem) para a Fada/Ladino. Portanto, confira no livro do mestre a pontuação em XP para personagens de 1/4 de nível da Fada/Ladino. Se isso for suficiente para que ele evolua, então sim, você deve dar um nível para o personagem.

E eu digo mais! Personagens com essa atitude não devem ser repreendidos, e sim premiados, pois esse é um ato louvável! Sacrificar o trabalho em equipe por pontos de experiência é algo que apenas os mais ambiciosos fazem!

Assim, em sua próxima aventura, pegue seu livro dos monstros e insira um exemplar de Tarrasque para enfrentar a Fada/Ladino! Assim, ele não vai mais ter do que reclamar, é XP quase garantido. E ponto final.

Dr. Orima, sádico de nível épico.

Alguma dúvida relacionada a bebidas, mulheres, casa e comida? Então está no lugar errado. Mas dúvidas sobre RPG podem ser encaminhadas ao Dr. Orima pelo endereço felipedesmelo@gmail.com!

“Dr Orima:

O jogo estava tenso. Todas as reservas do grupo estavam quase no fim, e o monstro não caia. Foi aí que aconteceu. Joguei meu d20 giant-size e 20! Crítico!

Fiquei tão feliz que joguei muito forte meu d20 giant-size, ele quicou, foi parar na boca do elfo-mago do outro lado da mesa, ele engasgou e morreu.

Ainda não tivemos coragem de contar para a família. Por enquanto estamos fingindo que é uma grande maratona de RPG, mas meus pais estão ficando preocupados com essas 2 semanas que a gente não sai da garagem. E o elfo tá começando a feder.

O que eu faço?

Ivã”

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Olá a todos. Como sabem, sou Dr. Orima. Arauto do caos, cientista maluco e futuro presidente do universo infiltrado neste blog. No momento, me encontro no meio de uma perseguição envolvendo agentes do FBI, o presidente dos EUA e um pato de borracha, então não irei enrolar e irei direto ao ponto: Após o sucesso da primeira edição de minha coluna, recebi a pergunta acima, vinda diretamente do senhor Ivã, que escapou por muito pouco de ser mais um anônimo na multidão por falhas do intermediador Phil (Que por um acaso também é dono deste blog, caso vocês não saibam).

Desta vez vou ser direto: O que você fez não tem perdão! Sacrificar o mago do grupo apenas para matar um monstro aleatório (que nem mesmo foi citado no e-mail) é simplesmente estúpido! Você podia matar um monge, um bardo, ou até quem sabe um ranger. Mas não! Você foi e matou o mago. Justo o mago. Agora terão que se virar o resto da aventura sem magia e coisas do gênero.

Entendo se você argumentar que a magia é inútil, e você não quer nem saber do maldito elfo mago. Neste caso, você deve estar mais preocupado com o pedaço de carne em decomposição dentro de sua garagem, e por isso direi exatamente o que você deve fazer, em um passo-a-passo simples e eficaz:

1-) Arranque o dado assassino da garganta do elfo infeliz.

2-) Enrole todos seus materiais de RPG (Livros, posters, revistas e dados, além de quaisquer outros acessórios que possam te ligar ao hobby) em um lençol. Inclua o dado assassino neste lençol também.

3-) Queime esse material sem deixar vestigios.

4-) Realize uma seção de esclarecimento com todos seus amigos e parentes. Diga que o RPG que você jogava na verdade tinha a ver com redução de postura global, e que as partidas na verdade eram seus ensaios para o teste do grupo do teatro. Não importa se você realmente participava ou não de um clube de teatro.

5-) Chame a polícia e se entregue. Negue seu envolvimento com RPG com todas suas forças. No caso de forçarem você a confessar algo, afirme que você foi influenciado por alguma novela da rede globo.

Certo, você pode achar que não estou ajudando seu grupo, e para falar a verdade, não estou ajudando mesmo, afinal meu trabalho aqui é responder perguntas e não arranjar desculpas e esconder cadáveres. Sendo mais especifico, espero mais que você se exploda, sem querer ofender.

Portanto, seguindo o passo-a-passo, vocês nos livram de ter que ouvir mais uma rodada de programas de televisão dizendo coisas do tipo: “RPGs levam a morte” e similares.

Dr. Orima, com medo de dados grandes de 20 faces…

Quer usufluir de toda a sabedoria do Dr. Orima? mande um email para felipedesmelo@gmail.com com sua pergunta.

Mario Kajiya é um conhecido entre os que participam desse blog, figura participante entre os blogs de RPG e está de volta com seu Life and Death!(Agora, Palavras Aleatórias, mas com o mesmo endereço!)

A tempos venho chamando Kajiya a participar do Dados Limpos para acrescentar um pouco do seu tom de humor a casa. Humor que ele faz muito bem na minha opinião. O resultado foi essa coluna, sessão ou como queiram, que ainda não tem nome apesar de eu ter a impressão que o clichê “Pergunte ao Dr. Orima” vai acabar vencendo.

 

Dr. Orima, estou desesperado! meus jogadores são todos homens! Minhas partidas estão um saco! Eu gostaria de atrair mulheres para minha partida de rpg, mas mulheres de verdade, nada como aquelas coisas estranhas que as vezes aperecem rodeando nossa mesa. Como faço para animar minha vida e “florir” minha mesa de jogo?

Weysglo Matoso, Acre (existe?)


Olá a todos. Antes de mais nada, gostaria de me apresentar para aqueles que não sabem o que está acontecendo. Meu nome é Orima. Dr. Orima. Apareci pela primeira vez no blog Life and Death e fui um sucesso (Não é hora para falsas modestias). Uma volta era apenas questão de tempo. Mas estive ocupado pesquisando maneiras de derrotar Chuck Norris, o que fez com que esse retorno fosse adiado por mais tempo que eu esperava.

Mas a espera acabou. Aqui estou novamente. Minha casa pode ter mudado, mas eu não mudei. Ainda sou Dr. Orima, cientista maluco de décimo grau, e fonte de toda sabedoria do universo. E isto basta.

Minha volta marca o inicio de uma nova “mini-coluna” aqui na dados limpos. O nome da coluna ainda não foi decidido, então estou aberto a sugestões. Mas a idéia desta coluna é bem simples: Você mandam uma pergunta, e eu respondo. Alguns podem se perguntar o porque de uma celebridade como eu ter aceito fazer isso. Não direi meus motivos, nem direi que tudo é parte de um plano psicológico para tomar a casa branca. De qualquer forma, vocês não acreditariam.

Para começar, irei responder as duvidas apresentadas no e-mail do cidadão acima, sem citar que esse e-mail na verdade foi forjado pelo Phil, que é o atual dono do blog (Quem sabe o que o futuro reserva?) onde vocês estão tendo a oportunidade de ler este texto, para que eu pudesse criar o primeiro texto desta coluna. Pegaria mal para ele.

Enfim, o anônimo quer que eu ensine a ele como trazer garotas para sua mesa de jogo. Inicialmente, minha reação é mandar o sujeito ter uma vida social, já que garotas jogando RPG eram consideradas pouco mais que uma lenda em nosso meio. Mas como estou sendo pago para ser educado, mando algumas alternativas para melhorar o seu ambiente de jogo:

1-) “Quem procura acha” – As vezes, com uma busca no orkut (ou alguns outros meios, como fóruns ou falidas barraquinhas de orcs), é possivel achar uma comunidade jogadores abandonados a procura de uma mesa de jogo. Passando um pente fino nessa comunidade, as vezes encontramos algumas flores no meio de tanto capim, apenas esperando para ser encontradas.

2-) “Tudo começa do começo” – Se não conseguir achar uma jogadora por meio convencionais, então que tal criar uma nova jogadora? Convide uma amiga com certo tempo sobrando para conhecer o RPG! Assim você mata dois orcs com apenas uma espadada: Consegue uma presença feminina para sua mesa de jogo, e ainda trás mais uma pessoa para o mundo dos RPGistas. Só existem dois poréns: Seu grupo precisa evitar babar pela pessoa em questão, e todos devem ter paciência. Afinal, mulheres jogam muito de maneira muito diferente dos homens em geral. Claro, este método todo só funciona se você tiver amigas para convidar, caso contrário, ainda sou da opinião que você deveria investir mais tempo em sua vida social.

3-) “Em ultimo caso…” – Caso você ainda não tenha conseguido resolver o problema, então contrate uma prostituta e coloque ela para dançar do lado da mesa de jogo. Sim, isto não resolve o problema principal de maneira alguma, mas de certa forma vocês conseguem “animar suas vidas” e “florir suas mesas de jogo” com essa solução.

Dr. Orima, ainda se adaptando ao estranho mundo do RPG…

Você tem dúvidas sobre RPG? Você quer dominar o mundo? Pergunte para Dr. Orima. Mande um email para felipedesmelo@gmail.com com o assunto “Dr. Orima” e faça sua pergunta!